14/07/2026, 19h · Centro Educacional Dom Bosco, Joinville
Noite de Estreia: os curtas dos jovens do Dom Bosco na tela grande
Em 14 de julho de 2026, a turma Criadores Digitais do Futuro, da BePlus Academy no Centro Educacional Dom Bosco, em Joinville, estreou dez curtas para as famílias. Teve tapete vermelho, votação do público e troféu.
Por Marco Guimarães · Fundador da BePlus e da BePlus Academy
2 min de leitura

O convite saiu na véspera: terça, 14 de julho, às 19h, no Centro Educacional Dom Bosco. Famílias bem-vindas, alunos arrumados e tapete vermelho na entrada. Era a Noite de Estreia da turma Criadores Digitais do Futuro, o programa da BePlus Academy no Dom Bosco, em Joinville.
Na tela, dez curtas feitos por jovens de 15 a 17 anos das duas turmas do programa, a da manhã e a da tarde. Teve terror nos corredores amarelos de Backrooms, conto ilustrado em The Fool’s Heart, perseguição em Ladrão de Figurinha e, em O Relógio dos Instantes, alguns segundos que podem mudar uma vida inteira.


Um semestre de mão na massa
O semestre teve 19 semanas, de março a julho, com dois encontros de três horas por semana. Cada fundamento vinha junto com a ferramenta de IA do mesmo tema: foto, vídeo, edição, áudio, roteiro e design. A maior parte do tempo era o aluno produzindo, com missões em três níveis, base, bônus e desafio, para cada um ir até onde conseguia.
- curtas na Noite de Estreia
- 10
- semanas de aula no primeiro semestre
- 19
- turmas, manhã e tarde, de 15 a 17 anos
- 2
O público vota, a equipe leva o troféu
A plateia votou pelo celular, dando estrelas para cada filme. Backrooms ficou em primeiro lugar entre as equipes, e The Fool’s Heart em segundo. As três melhores equipes e os três melhores alunos foram premiados, e o melhor aluno da noite levou um ano de acesso à plataforma da BePlus Academy.


Antes e depois da estreia
O programa nasceu de uma turma piloto em 2025: 60 jovens, muitos sem saber ligar um computador, que em oito meses terminaram com um curta por grupo. Em 2026, a estreia fechou o primeiro semestre. A segunda fase começou em agosto, com os alunos organizados em estúdios criativos, cada um com o seu papel.
A ideia que move a turma é simples. A IA roda na nuvem, então um computador simples deixa de ser barreira para quem quer contar uma história. O que faz diferença é o fundamento e o olhar de quem cria.





